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<title>Metamusica / felipevaz / Todas as Not&iacute;cias</title>
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<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 12:41:09 -0800</pubDate>
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<title><![CDATA[Alcina irmana Camelo e Chico numa folia sexual]]></title>
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<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 12:41:09 -0800</pubDate>
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<description><![CDATA[ &quot;Se eu estivesse mais magra, eu ficava pelada&quot;, confidenciou Maria Alcina ao pblico que aplaudia seus trejeitos sensuais em sua aguardada apresentao na oitava edio do Mix Music, o evento musical realizado na noite de sexta-feira, 14 de novembro de 2008, dentro da programao paralela do 16 Mix Brasil - Festival de Cinema da Diversidade Sexual. O figurino carnavalesco revelou que Alcina estava bem acima do peso dos tempos ureos, mas a voz e a postura continuam em sua forma mais provocante. Alis, a julgar por sua performance extrovertida no Mix Music, d para imaginar o impacto provocado pela cantora mineira ao aparecer na amordaada cena dos anos 70. Tanto que o regime militar da poca logo tratou de impor um fim ao Carnaval de Alcina ao process-la por comportamento subversivo. Tempos idos. Sem censura, a intrprete irmanou Marcelo Camelo (Todo Carnaval Tem seu Fim) e Chico Buarque (No Existe Pecado ao Sul do Equador) na folia sexualizada comandada por ela no palco da choperia do Sesc Pompia. Alcina fez caras, bocas e poses para apresentar roteiro aberto pelo Maracatu Atmico, de Jorge Mautner e Nelson Jacobina. Couberam ainda, dentro do esprito malicioso de seu show, msicas como Bacurinha,  Mais Embaixo e Prenda o Tadeu - as trs de um lbum de 1985 (Prenda o Tadeu, Copacabana) em que a cantora investiu na malcia nordestina dos temas compostos com versos de duplo sentido. Em que pese alguns gestos exacerbados que roaram a fronteira da vulgaridade, Alcina j estava com o jogo ganho quando recordou Fio Maravilha, o gol de placa de Jorge Ben Jor que a projetou nacionalmente em 1972 ao ser defendida por ela na stima e ltima edio do FIC, o Festival Internacional da Cano exibido pela TV Globo. Foi o fim do Carnaval feito por Alcina em seu bloco solo. Contudo, dessa vez, o fim foi feliz. A folia tinha sido animada.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Rita Ribeiro mixa suingue de Zu, Hyldon e Ben]]></title>
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<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 12:41:07 -0800</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[ &quot;Que difcil  cantar depois da Perla!&quot;, observou Rita Ribeiro, a atrao escalada para suceder a artista paraguaia no roteiro da oitava edio do Mix Music, o evento paralelo do 16 Mix Brasil, o festival de cinema GLS que movimenta o circuito de So Paulo (SP) at 23 de novembro. De fato, quando Rita entrou em cena na noite de sexta-feira, 14 de novembro de 2008, o pblico ainda estava eletrizado na pista da choperia do Sesc Pompia (SP) com o set de Perla, mas a intrprete maranhense logo soube seduzir a receptiva platia ao revelar que morria de inveja dos cabelos da colega paraguaia e, sobretudo, ao apresentar repertrio no associado  sua voz. Fiel ao conceito de diversidade que move o festival, Rita mixou os suingues negros de Lady Zu, Hyldon e Jorge Ben Jor. Do repertrio de Zu, reviveu A Noite Vai Chegar, hit nas discotecas brasileiras em 1977, com arranjo semelhante ao da gravao original. De Hyldon, a cantora escolheu As Dores do Mundo (&quot;Uma balada que eu adoro&quot;), petardo certeiro no corao do pblico, que, regido por Rita, fez coro na msica. Na seqncia, lembrou o nome de Baby Consuelo, a dona da gravao mais conhecida de Curumim Chama Cunhat Que Eu Vou Contar (Todo Dia Era Dia De ndio), a msica de Jorge Ben Jor revivida por Rita. Naquela altura, a platia j estava nas mos da intrprete maranhense, que saiu de cena sob protestos inteis do pblico. At que foi fcil para Rita Ribeiro - com seu carisma e sua voz - cantar depois de Perla...<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Perla faz seu 'mix' de Brasil, Paraguai e Sucia]]></title>
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<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 12:41:04 -0800</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[&quot; Perla com um L. No sou a Perlla do funk, no. Sou a Perla paraguaia&quot;, ressaltou Perla em meio  sua apresentao na oitava edio do Mix Music - como se fosse preciso explicar a diferena para o pblico GLS que ocupou, frentico, a pista da choperia do Sesc Pompia (SP) na noite de sexta-feira, 14 de novembro de 2008, para (re)ver Perla, uma das atraes do evento musical realizado dentro da programao paralela da 16 edio do Mix Brasil - o Festival de Cinema da Diversidade Sexual, em cartaz em So Paulo at 23 de novembro. Para a platia do Mix Music, Perla  uma diva e, como tal, ela foi reverenciada enquanto apresentou seu show, alternando palavras em portugus e em espanhol para cantar um repertrio que uniu Brasil, Paraguai e Sucia. Sim, para quem no sabe, Perla ocupou as paradas populares dos anos 70 com verses de sucessos do quarteto sueco ABBA. E foi justamente com uma delas, Pequenina (Chiquitita), que a cantora abriu seu set, fazendo discurso em favor da adoo de crianas e mostrando que a voz continua quase a mesma, assim como os cabelos longos. Na seqncia, veio Fernando, nmero em que Perla, j empolgada pela recepo calorosa do pblico, fez graa ao pegar o celular de um espectador para fingir que estava falando com o personagem-ttulo da cano do ABBA. &quot;Al, Fernando, est dormindo com algum?&quot;, perguntou, marota. Em seguida, evocando as origens paraguaias, a cantora pegou seu violo, botou um chapu e atacou com uma verso bilinge de ndia, a guarnia paraguaia que fazia sucesso no Brasil na voz de Gal Costa, em 1973, um ano antes de Perla despontar nas paradas nacionais com Estrada do Sol, msica que lanou em compacto e que, claro, reviveu no Mix Music (com direito a coreografias que fez a platia repetir) depois de cantar Galopeira e de entoar a capella alguns trechos agudos de Cucurucucu Paloma para exibir a extenso de sua voz. Perla veio do Paraguai, mas sua msica kitsch nunca foi produto falsificado como o cancioneiro populista de hoje em dia...<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Lauper ainda  garota divertida no palco, aos 55]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Lauper_ainda_é_garota_divertida_no_palco_aos_55/</link>
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<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 12:41:00 -0800</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Resenha de ShowTtulo: Bring ya to the Brink World Tour 2008Artista: Cyndi LauperLocal: Via Funchal (SP)Data: 13 de Novembro de 2008Foto: Stephan Solan (Divulgao / Via Funchal)Cotao: * * * *Em cartaz em So Paulo (sexta, 14 de novembro, na Via Funchal), Belo Horizonte (sbado, 15, Freegells Music), Curitiba (segunda-feira, 17, Teatro Positivo) e Porto Alegre (quarta-feira, 19, Teatro do Bourbon Country). Os preos variam de cidade para cidade.O tempo se encarregou de provar que Cyndi Lauper no era preo para Madonna, como se chegou a pensar em meados dos anos 80. Enquanto na dcada de 90 a material girl comeou a se reinventar em busca da maturidade artstica, a intrprete de Girls Just Want to Have Fun iniciou escalada descendente. Contudo, aos 55 anos, Lauper ainda  capaz de eletrizar uma platia, como provou diante do pblico entusiamado que lotou a pista da casa paulista Via Funchal na noite de quinta-feira, 13 de novembro de 2008, para ver a primeira das cinco apresentaes brasileiras da Bring ya to the Brink World Tour. O pretexto da turn  divulgar o bom lbum atual de Lauper - Bring ya to the Brink (2008), em que a artista buscou volta s pistas ao cruzar a new wave oitentista com o eurodance - mas as msicas novas (Set your Heart, Echo, Into the Nightlife, Grab a Hold) nem de longe surtiram o efeito catrtico provocado pelos hits dos lbuns antolgicos de Lauper, True Colors (1986) e, sobretudo, She's So Unusual (de 1984).O show foi to curto quanto memorvel. Em 1h2om, Lauper cantou 15 msicas, terminando a apresentao sozinha no palco. Foi no segundo bis, quando, munida de sua lap steel guitar, a artista entoou a cano True Colors, num belo anticlmax para um show que j comeou arrasador, com Lauper eltrica, correndo de uma extremidade do palco  outra, enquanto revivia Change of Heart, do lbum True Colors. Mesmo nos nmeros mais calmos, caso de When You Were Mine (cover do repertrio de Prince em que a cantora se acompanhou ao violo), a energia era a de uma garota que queria apenas diverso. E Lauper divertiu seu pblico, folheando dicionrio em cena para arriscar em portugus frases-clichs como &quot;Amo Vocs&quot; e &quot;Como vai?&quot;. Clich tambm foi abrir a Bandeira do Brasil dada por f que se apertava na fila do gargarejo. medida que sentiu a temperatura quente na calorosa platia, Lauper foi ficando cada vez mais simptica, a ponto de improvisar no primeiro bis The Goonies 'R' Good Enough, o hit de 1985 (gravado para a trilha sonora do filme The Goonies) que no estava previsto no roteiro oficial da turn e que a artista comeou a cantar a capella, segura de seu vigor vocal. Naquela altura, ela j estava com o ego devidamente afagado pelo pblico animado que proporcionou momentos catrticos quando a cantora reviveu sucessos como She Bop (de She's so Unusual), All Through the Night (outra gema do lbum de 1984) e I Drove All Night (nico hit do terceiro lbum de Lauper, A Night to Remember, editado em 1989 sem a mesma repercusso comercial de seus dois antecessores). Foram momentos arrebatadores de uma noite que vai mesmo ficar na memria. Contudo, o melhor ainda estava por vir. Ao sair de cena aps cantar Money Changes Everything (mais um tema de seu lbum de estria, apresentado por Lauper num saboroso embate vocal com sua backing), a artista j sabia que iria voltar para cantar o que todo mundo esperava ouvir: Time After Time (nmero em que ela pilota sua lap guitar), True Colors e, claro, Girls Just Want to Have Fun, o megahit que levou a platia ao delrio. Havia uma ou outra levada mais contempornea nos arranjos tocados pela enxuta banda, mas, no todo, os sons remetiam mesmo aos anos 80. Sim, Lauper vive das glrias de seu passado. Contudo, ela mostrou que ainda tem fora, voz e energia para hipnotizar uma platia. E, justia seja feita, sem recorrer aos aparatos cnicos (o palco estava nu) usados por sua outrora rival para comandar a massa. Parece que Cyndi Lauper ainda , aos 55 anos, uma garota que quer apenas (se) divertir. E ela at consegue.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[9 Grammy Latino consagra pop rock de Juanes]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/9º_Grammy_Latino_consagra_pop_rock_de_Juanes/</link>
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<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:13:49 -0800</pubDate>
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<description><![CDATA[ O cantor e compositor Juanes ( direita em foto de Michael Caulfield, da WireImage.com) foi o grande vencedor da nona edio do Grammy Latino. A cerimnia de premiao foi realizada em Houston (EUA) na noite de quinta-feira, 13 de novembro de 2008. Juanes faturou cinco trofus - entre eles, os de Gravao do Ano (Me Enamora), lbum do Ano (La Vida...Es un Ratico), Cano do Ano (Me Enamora) e Melhor lbum Vocal Pop Masculino (La Vida... Es un Ratico). Como previsvel, Roberta S e Diogo Nogueira perderam o Grammy de Revelao do Ano para Kany Garcia, roqueira de Porto Rico. Em contrapartida, o engenheiro Moogie Canazio levou a estatueta de Melhor lbum em Engenharia de Gravao por Dentro do Mar Tem Rio - Ao Vivo, editado por Maria Bethnia em 2007. J o violonista Srgio Assad (do brasileiro Duo Assad) faturou o trofu de Melhor Composio Clssica Contempornea por Tahhiyya Li Ossoulina. No Brasil, show coletivo no Auditrio Ibirapuera (SP) - em que o grupo de Sepultura arriscou bossa nova, Garota de Ipanema, e Paula Toller fez dueto com Sandy em E o Mundo No se Acabou - festejou a premiao nas categorias exclusivamente brasileiras e culminou com homenagem a Carmen Miranda (1909 - 1955) no qual Daniela Mercury se juntou ao grupo paulista Os Mutantes para recordar O Que  que a Baiana Tem?, o samba de Dorival Caymmi (1914 - 2008) eternamente associado  Pequena Notvel.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[No quinto solo, D2 pe afropunk de Valle no rap]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/No_quinto_solo_D2_põe_afropunk_de_Valle_no_rap/</link>
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<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:13:47 -0800</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Esta  a capa do quinto lbum solo de Marcelo D2, A Arte do Barulho, nas lojas a partir de 20 de novembro pela EMI Music, a nova gravadora do rapper carioca. Afropunk no Valle do Rap cita j no ttulo a presena do convidado Marcos Valle. Outras inditas do CD - produzido por Mrio Caldato Jr. - so Ela Disse, Fala Srio, Oqucqu?, Meu Tambor e Vem Comigo que Eu te Levo pro Cu.E por falar em Marcelo D2, talvez por presses internas, o rapper e Pitty decidiram no apresentar sua primeira parceria - Feriado, composta e gravada em dueto para A Arte do Barulho, mas excluda do lbum porque a gravadora de Pitty, a Deckdisc, vetou a presena da roqueira no disco de D2 - no show que fizeram no evento C&amp;amp;A Pop Music, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de quarta-feira, 12 de novembro de 2006. A dupla uniu vozes em Umbrella, o sucesso de Rihanna, em vez de cantar a msica proibida. Qual ?<br/><br/>11 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA['Obra em Progresso' de Caetano fica para 2009]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Obra_em_Progresso_de_Caetano_fica_para_2009/</link>
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<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:13:46 -0800</pubDate>
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<description><![CDATA[Por conta da edio em CD e DVD da gravao ao vivo do show indito feito por Caetano Veloso (em foto de Ricardo Nunes) com Roberto Carlos, nas lojas no comeo de dezembro de 2008, o lanamento do prximo lbum de estdio do compositor baiano - definitivamente intitulado Zii e Zie - teve seu lanamento adiado para 2009 pela gravadora Universal Music. Assim como o DVD que registra o show Obra em Progresso, idealizado para testar o repertrio indito do CD e filmado em agosto no Teatro Oi Casa Grande (a inteno inicial, alis, era tambm inserir no DVD takes captados na primeira temporada, a feita na casa carioca Vivo Rio).<br/><br/>12 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Antenada, Elba documenta razes e bonito show]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Antenada_Elba_documenta_raízes_e_bonito_show/</link>
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<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 15:13:41 -0800</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Resenha de DVDTtulo: Razes eAntenasArtista: Elba RamalhoGravadora: AtraoFonogrficaCotao: * * * * 1/2A bem da verdade, Elba Ramalho poucas vezes se dissociou de suas razes nordestinas. No entanto, a (grande) intrprete nem sempre esteve antenada como no lbum Qual o Assunto que Mais lhe Interessa? (2007), dos mais belos e vigorosos ttulos de sua discografia, de repercusso comercial injustamente reduzida. A produo do cl dos Queiroga (Lula, Yuri e Tosto) deu tom contemporneo a um dos melhores repertrios reunidos pela cantora em disco. O lbum gerou show igualmente interessante, captado logo no incio da turn, em 19 e 20 de maio de 2007, em apresentaes feitas no Auditrio Ibirapuera (SP) com a adeso de convidados realmente especiais. O registro est no DVD Razes e Antenas, lanado com um ano de atraso em relao ao cronograma inicial idealizado pela artista.Trata-se do melhor DVD de Elba. Com as antenas ligadas nas suas razes firmes, a artista agrega ao registro do show - exibido separadamente no menu principal - um filme de 44 minutos em que documenta suas origens e reabre a cortina do passado ao voltar  cidade de Conceio do Pianc, encravada no alto serto da Paraba. Na terra natal, Elba reencontra o pai - e se emociona quando seu Joo fala da me j falecida - e acompanha-se ao violo em Cho de Giz. Em outro cenrio, na paradisaca cidade de Trancoso (BA), o assunto versa sobre a espiritualidade da artista. Num terceiro plo geogrfico, a casa mantida pela cantora no Jo (RJ), entram em cena generosos depoimentos do filho Lu e dos convidados do espetculo (Margareth Menezes, Geraldo Azevedo, Lenine e Gabriel O Pensador, entre outros). Os takes ternos de harmonia familiar com as filhas adotivas e o marido Gaetano Lopes perderam atualidade porque, entre a captao das imagens e a edio propriamente dita do DVD, Elba se separou de Gaetano. Contudo, o filme - a rigor, um misto de documentrio com cenas tpicas de making of de show - enriquece um DVD que j seria interessante se tivesse se limitado a registrar o show Razes e Antenas - Qual o Assunto que Mais lhe Interessa? - um dos mais bem-cuidados do vasto currculo de Elba nos palcos nativos.Aberto pelo canto a capella de Toda Dor Passa, parceria de Tadeu Mathias com Brulio Tavares, o roteiro agrega convidados na maioria dos 17 nmeros (outros dois, Amplido e o mix com Folia de Prncipe e Boi Cavalo de Tria, so exibidos como bnus nos extras do DVD). A Trombonada, banda de sopros de Pernambuco, encorpa o instrumental de msicas como Ave Anjos Angeli e Estrela Mida, o tema de Joo do Vale e Luiz Vieira que conta tambm com a interveno vocal de Lenine, que, na seqncia, revive com Elba Miragem do Porto, a msica de sua autoria gravada pela cantora numa poca em que - como lembra o prprio Lenine - a discografia de Elba era uma das poucas janelas abertas (em alguns momentos, foi a nica) para os compositores nordestinos que tentavam reconhecimento no eixo Rio-So Paulo.Em encontro mais inusitado, Elba recebe o violonista Yamandu Costa para entoar Um ndio, sem que a unio d novo colorido  msica de Caetano Veloso. J com Margareth Menezes o dueto vivaz  feito no tom forrozeiro de Na Base da Chinela, nmero bastante arretado em que solam tambm o acordeonista Toninho Ferragutti e o maestro Spok, cujos metais em brasa de sua orquestra aumentam a temperatura j naturalmente quente dos frevos Banho de Cheiro e Frevo Mulher. Se acerta ao enfatizar sua espiritualidade em Conceio dos Coqueiros (Lula Queiroga), Elba erra ao dar andamento de xote a Gostoso Demais, diluindo a beleza da toada de Dominguinhos e Nando Cordel, entoada pela cantora em nmero dedicado a Marins (1935 - 2007), pioneira voz feminina da msica nordestina. Enfim, Razes e Antenas  show  altura da histria de Elba Ramalho. Pode no ter a exuberncia de espetculos mais teatrais da festiva intrprete, como Popular Brasileira (1990), mas representa injeo de nimo e vigor numa carreira que andava prejudicada por conta de discos anmicos, sem vida. Nada como uma volta (antenada) s razes...<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Siri d belo show de percusso e efeitos visuais]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Siri_dá_belo_show_de_percussão_e_efeitos_visuais/</link>
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<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:55:22 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Resenha de DVDTtulo: Concerto paraConserto - Siri ao VivoArtista: SiriGravadora: SemindicaoCotao: * * *Siri  o nome artstico de Ricardo Mattos, virtuoso percussionista carioca que j tocou com nomes como Sivuca (1930 - 2006) e Roberto Menescal, que j chegou a compar-lo ao bruxo Hermeto Pascoal. A (generosa) associao de Menescal vem do fato de Siri extrair sons de inusitado arsenal percussivo que inclui garrafas, frigideira, bule e at gua. Em seu primeiro DVD, Concerto para Conserto, gravado ao vivo em julho de 2005 em shows no Espao Cultural Srgio Porto (RJ), o motor e a lataria da carcaa de um fusca de 1969 - disposto ao centro do palco como cenrio - ajudam Siri a construir a moldura rtmica de temas como No Tranco e Trombada. Com projees de vdeos e belos efeitos de luz, o show de Siri de lanamento do primeiro CD solo do percussionista merecia mesmo um registro audiovisual, bem dirigido por Bernardo Palmeiro. Siri no chega a ser um Hermeto, mas  msico criativo cujos sons e ritmos fazem sentido - mesmo quando despidos de seu carter extico.  show!!<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Zlia colore o segundo tributo ao lbum Branco]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Zélia_colore_o_segundo_tributo_ao_Álbum_Branco/</link>
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<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:55:21 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Msica composta por Paul McCartney em 1967 para srie de TV estrelada pela cantora britnica Cilla Black, Step Inside Love ganha registro de Zlia Duncan no CD duplo As Outras Cores do lbum Branco, segundo volume da trilogia produzida por Marcelo Fres (com Zlia na foto tirada em estdio) em tributo ao disco The Beatles (1968) por conta do 40 aniversrio daquele que ficou conhecido como o lbum Branco. O segundo volume rene regravaes de msicas compostas pelos Beatles no mesmo perodo, mas que no necessariamente entraram no disco. Step Inside Love, por exemplo, chegou a ser gravada e creditada como sendo de Lennon &amp;amp; McCartney, mas no ficou entre as 30 msicas selecionadas para o lbum Branco, tendo sido lanada somente em 1996 no projeto Anthology, que coletou raridades do grupo.Alm de Zlia Duncan, As Outras Cores do lbum Branco rene nomes como Lobo (Revolution), Paulo Ricardo (Sour Milk Sea), Isabella Taviani (The Inner Light), Branco Mello (What's The New Mary Jane) e Fagner (Across the Universe), entre outros nomes. O CD chega s lojas em novembro pelo selo Discobertas, idealizado por Fres e distribudo pela gravadora Coqueiro Verde.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Kings of Leon limpa som em CD menos roqueiro]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Kings_of_Leon_limpa_som_em_CD_menos_roqueiro/</link>
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<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:55:21 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: Only by the NightArtista: Kings of LeonGravadora: Sony BMGCotao: * * *Em 2003, o quarteto Kings of Leon - formado nos EUA por trs irmos e um primo, filhos e sobrinho de um pastor, Leon Followill, cujo nome inspirou o batismo do grupo - causou furor com seu primeiro lbum, Youth and Young Manhood. Mesmo sem bisar o estrondo da estria, a trajetria fonogrfica prosseguiu em forma com Aha Shake Heartbreak (2004) e Because of the Times (2007). Mas nada fazia supor que o quarteto, j comparado at ao The Strokes, adotasse um som mais limpo e mais pop em seu quarto lbum, Only by the Night, lanado em setembro e recm-editado no Brasil pela Sony BMG. O clima ligeiramente sombrio da faixa de abertura, Closer, d pista falsa sobre o tom do disco. At porque o Kings of Leon est flertando descaradamente com o rock de arena em msicas como Be Somebody e 17. Com direito a hormnios em fria em Sex on Fire, um dos trunfos deste polido quarto lbum do grupo que nem sempre mantm seu pique inicial.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Na sua, Marina continua 'sissi', estilosa e tima]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Na_sua_Marina_continua_sissi_estilosa_e_ótima/</link>
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<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:55:19 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Resenha de showTtulo: Marina Lima e Trio em Concerto - Som s 7Artista: Marina LimaLocal: Teatro Sesc Ginstico (RJ) Data: 21 de outubro de 2008Cotao: * * * *Em cartaz at quarta-feira, 22 de outubro de 2008&quot;Vamos ser um pouco ntimos esta noite...&quot;, props Marina Lima depois de interromper logo no incio a execuo de Ainda  Cedo - o rock que a Legio Urbana gravou em 1985 e que a cantora tomou para si j em 1986 - porque sua guitarra estava alta demais. A cena aconteceu na primeira das duas apresentaes de um show de transio apresentado por Marina no projeto Som s 7, do Sesc Ginstico. Falante, mas sempre na sua, a intrprete de Charme do Mundo mostrou que, mesmo cinqentona, continua sissi, estilosa, tima. Numa palavra, moderna - como gritou uma espectadora enquanto Marina divagava sobre o rtulo de roqueira com o qual foi carimbada na sua exploso, na dcada de 80. &quot;Tenho atitude de rock, mas adoro msica pop, o pop de alta qualidade&quot;, relativizou a artista no palco esfumaado no qual se apresentou com um trio estiloso como ela - formado pelo guitarrista Fernando Vidal, o tecladista Dudu Trentin e o baterista Cristiano Galvo. &quot;Sou roqueira&quot;, conceituou momentos depois, ao cantar Difcil com um arranjo pesado que no dava margem  dvida sobre a afirmao.Aberto com Trs, o pseudo-tango que j mereceu regravaes simultneas de Adriana Calcanhotto e Ana Carolina, o espetculo Marina Lima e Trio em Concerto no chega a ser um show exatamente novo, mas diverge do anterior Topo Todas por incluir no roteiro msicas inditas na meia-voz da cantora e pelos arranjos que renovam os velhos sucessos. Nosso Estranho Amor, por exemplo, reaparece com outra diviso e algumas bossas nos teclados de Trentin que do um suingue todo inusitado ao tema de Caetano Veloso. A propsito, com seu humor irnico, quase mordaz, Marina apresenta Dois Dures - msica do lbum Setembro (2001) nunca cantada por ela em shows - como sua &quot;pequena contribuio aos 50 anos da Bossa Nova&quot;. Marina no  exatamente uma garota de Ipanema, mas, sim, tem l sua bossa toda particular e a msica cai muito bem no show feito com o trio.O roteiro, alis,  salpicado de pequenas bossas. Uma delas  a citao de Famlia (dos Tits) inserida em Beija-Flor - ax do grupo baiano Timbalada - para remeter ao fato de Marina ter nascido numa famlia de nordestinos. Outra  a incluso da boate carioca Help na estrofe inicial da letra de Vestidinho Vermelho, nmero cheio de teatralidade herdada do show Primrdios, registrado em DVD ainda indito. E  com sua bossa bastante personalssima que a intrprete incursiona por praias alheias. Do extinto grupo carioca Picassos Falsos, ela revive Carne e Osso, msica que gravou em 1995 e que canta para valer neste show, sem o artficio de quase recitar trechos da letra, como faz em  Francesa. Mas seu salto mais perigoso, dado sem rede,  quando apresenta tema do repertrio de Billie Holiday (1915 - 1959). &quot;Vou tentar traduzir um pouco do sentimento dela&quot;, anunciou Marina antes de cantar You're my Thrill. No traduziu, mas o nmero - apresentado num arranjo eletroacstico, em atmosfera bluesy - d charme a um show que - independentemente de ser novo ou no - reafirma a jovialidade mpar da msica e da figura de Marina Lima.Roteiro de Marina Lima e Trio em Concerto:1. Trs2. Nosso Estranho Amor3. Beija-Flor - com citao de Famlia4. Ainda  Cedo5. Dois Dures6. Virgem7. Difcil8. Carne e Osso9. You're my Thrill10. O Chamado11. Meus Irmos12. Vestidinho Vermelho13. Pierrot14.  Francesa15. FullgsBis:16. Maresia17. Uma Noite e 1/2<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA['Bicho' puxa o disco infantil de Ivete com Saulo]]></title>
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<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 13:16:58 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Bicho  a msica escolhida para puxar o disco infantil gravado por Ivete Sangalo com Saulo Fernandes. Nas lojas a partir de 8 de outubro de 2008, numa parceria da Caco Discos com a gravadora Universal Music, o CD A Casa Amarela rene 11 composies inditas criadas por Ivete e Saulo com inspirao nas canes infantis que ouviram quando eram crianas. Xuxa participa da faixa Sono. Temas como Funk do Xixi e Frufru so solados por Ivete enquanto Saulo interpreta msicas como Sensacional e A Casa Amarela. A dupla assina o projeto como Veveta e Saulinho - apelidos pelos quais eram e ainda so chamados por seus amigos.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[DVD capta as tenses de Beth em festival suo]]></title>
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<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 07:46:22 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de DVDTtulo: Live atMontreux 2005Artista: BethCarvalhoGravadora: EagleVision / ST2Cotao: * * 1/2Quarto DVD da repetitiva videografia digital de Beth Carvalho, o registro ao vivo capturado na terceira ida da cantora ao Festival de Montreux, em 2005, certamente s chega s lojas porque a gravadora Eagle Vision (cujos produtor so distribudos no Brasil pela ST2) tem o direito de editar em DVD os shows que filma no festival suo. Em diversos momentos, a filmagem capta as tenses da sambista em cena. Seja nos olhares (quando algo no saa como previsto), seja no toque que d a platia de que ainda no era hora de expor os lenos brancos dados por sua produo. O efeito desejado pela artista era para o belo samba Lenos Brancos, nica real novidade na voz de Beth. Para seus fs brasileiros, o roteiro deste Live at Montreux 2005 rebobina o mesmo repertrio usualmente apresentado pela artista em seus shows nacionais. De diferente, ou quase, h o dueto tenso com Jorge Arago em Tem Nada No, a abordagem de Chega de Saudade em clima de pagode - feita pela cantora em seu grande disco Beth (1986) - e o acompanhamento, em todo o show, do Quinteto em Branco e Preto. Enfim, um registro que no extrapola o valor documental e que somente refora a urgncia de Beth Carvalho renovar logo seu repertrio com um necessrio disco de inditas. J passa da hora!<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[DVD preserva a leveza do samba de Maria Rita]]></title>
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<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 07:46:21 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de DVDTtulo: Samba MeuArtista: Maria RitaGravadora: WarnerMusicCotao: * * * *Na emocionante (e hoje j histrica) entrevista que deu a Marlia Gabriela em 1979, Elis Regina (1945 - 1982) revelou, com olhos marejados, que esperava que sua ento pequena filha, Maria Rita, soubesse viver a vida com leveza. Elis nunca foi uma pessoa leve. E Rita, ao se lanar como cantora, parecia que ia pelo mesmo duro caminho. Ao estrear seu primeiro grande show em 2003, a cantora exibiu no palco um ar senhoril que no combinava com os 26 anos que tinha na poca. Rita chegou  cena como a segura cantora que, de fato, ela j era. Mas foi preciso cortar o cordo umbilical, afrouxado no controvertido lbum Segundo (2005) e rompido no CD Samba Meu, cujo show chega ao DVD posto nas lojas neste ms de setembro de 2008 pela Warner Music, com o registro ao vivo captado em 10 de junho na casa Vivo Rio (RJ), com direo de Hugo Prata. Samba Meu, o show, flagra Maria Rita jovem como nunca aos 30 anos - agora ela j tem 31 - e com a leveza desejada por sua me naquele pungente depoimento. Sem firulas, a filmagem preserva a jovialidade do samba de Maria Rita, que soou mais contagiante no palco do que no (bom) lbum homnimo de 2007. O roteiro perpetuado no vdeo , em essncia, o mesmo da estria do show, ocorrida aos primeiros minutos de 1 de dezembro de 2007, numa Fundio Progresso (RJ) hiperlotada. E o que se v  uma cantora com pleno domnio da voz, do corpo (o gestual de Rita parece indissocivel de seu canto) e do pblico, majoritariamente jovem como ela - hoje leve.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Uniforme, Parede cai no suingue afro-brasileiro]]></title>
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<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 06:45:49 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: Ponto EnredoArtista: Pedro Lus e a ParedeGravadora: EMI MusicCotao: * * * *Lenine deu belo polimento  Parede solidificada por Pedro Lus. Ponto Enredo  o mais uniforme dos quatro lbuns do grupo carioca e roa o alto nvel de Vagabundo, o CD de 2004 dividido com Ney Matogrosso. No se trata de um disco ortodoxo de samba como fazem supor a escolha equivocada da msica de trabalho (Santo Samba, uma das mais fracas da tima safra de inditas) e a justa participao de Zeca Pagodinho no envolvente partido alto Ela Tem a Beleza que Nunca Sonhei. Pedro e a Parede partem do samba para cair no suingue afro-brasileiro, mais perceptvel na faixa-ttulo, em Mandingo (parceria de Pedro com Roque Ferreira) e em Luz da Nobreza, msica de Pedro e Z Renato que conta com suaves floreios vocais de Roberta S. H inclusive toda uma ambincia roqueira - urdida pelas guitarras de Leo Saad - em Animal (Suely Mesquita e Pedro Lus) e, sobretudo, em Tem Juzo, mas No Usa (Pedro com Lula Queiroga). Da mesma forma que Cantiga - de melodia construda sobre versos de Manuel Bandeira - navega em guas nordestinas com o suingue metaleiro da Trombonada. Contudo,  inegvel que o balano do samba pontua Ponto Enredo. Seja em 4 Horizontes, deliciosa faixa cantada e e composta por Pedro com o produtor Lenine, seja em Cab, que apropriadamente encerra o coeso lbum. Alis, nem fecha, pois h ponto afro escondido ao fim da suposta ltima faixa.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Sai de cena, aos 56, o baterista Gigante Brazil]]></title>
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<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 18:45:26 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Saiu de cena nesta segunda-feira, 29 de setembro de 2008, o baterista e percussionista Gigante Brazil, nome artstico de Jorge Luiz de Souza. Vtima de uma parada cardaca, Gigante tinha um suingue enorme, tendo tocado eventualmente com nomes como Caetano Veloso e Gilberto Gil. Em 1991, ele teve grande exposio ao participar do disco e show Mais, de Marisa Monte. Eram de Gigante os vocais na faixa Ensaboa. Mas sua carreira comeara bem antes, em 1969, quando fundou a banda Massa Experincia. Em 1975, formou outra banda, Sindicato, depois de ter tocado com Jorge Mautner. Em 1980, Gigante teve seu primeiro instante de visibilidade nacional ao defender a msica Rastap - ao lado de Chico Evangelista - no festival MPB-80, promovido e exibido pela Rede Globo de Televiso. Ainda na dcada de 80, integrou as bandas Isca de Polcia - liderada por Itamar Assumpo - e Gang 90, com a qual lanou o LP Pedra 90. Em 2006, Gigante Brazil se assumiu como cantor no disco Msica Preta Branca e etc. - gravado em dupla com o baixista Paulo Lepetit e lanado pelo prprio selo de Lepetit, Elo Music, na srie CD7. Merecia ter obtido mais projeo.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[CD de 'Trs Irms' tem inditas de Leo e Penca]]></title>
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<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 16:45:32 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Com gravaes inditas de Leo Jaime (Maior Abandonado, um cover do rock lanado pela banda Baro Vermelho em 1984) e do ressuscitado grupo Joo Penca e seus Miquinhos Amestrados (Sol, Som, Surf e Sal, verso de Surfin' Safari - tema dos Beach Boys), o CD com a trilha sonora da novela Trs Irms vai chegar s lojas no incio de outubro pela gravadora Som Livre. Como o surfe  um dos temas centrais da trama de Antonio Calmon, a seleo musical inclui msicas de artistas identificados com um som praieiro. Eis as 17 faixas da ensolarada trilha, que traz gravao ainda indita de Marisa Monte (No  Proibido, faixa extrada do DVD Infinito ao meu Redor) e combina msicas brasileiras com estrangeiras:1. Midnight Bottle - Colbie Caillat2. 10 Contados - Cu3. Morena Nativa - Armandinho4. Summer at Eureka - Pete Murray5. Sonfera Ilha / Ska - Paralamas do Sucesso e Tits6. Mais - Capital Inicial7. Barbara Ann - The Beach Boys8. Maior Abandonado - Leo Jaime9. Moa - Caetano Veloso10. E No Vou Mais Deixar Voc To S - Liah11. Medo de Amar n 2 - Simone12. No  Proibido - Marisa Monte13. Esquisito - Tnia Christal14. Maracangalha - Diogo Nogueira15. Don't Worry, Be Happy - Mart'nlia16. Sol, Som, Surf, Sal (Surfin' Safari) - Joo Penca e seus Miquinhos Amestrados17. Meu Erro - Paralamas do Sucesso e Tits<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Fiel ao thrash, Soulfy dosa fuses em 'Conquer']]></title>
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<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 15:45:32 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: ConquerArtista: SoulflyGravadora: RoadrunnerRecords / Warner MusicCotao: * * * 1/2Sexto bom lbum do Soulfly, o grupo logo formatado por Max Cavalera aps a sua sada do Sepultura, Conquer flagra a banda mais fiel aos cnones do thrash metal, sem priorizar as fuses e experimentaes que, outrora, nortearam o trabalho do Soulfly. J na primeira explosiva faixa de abertura do CD, Blood Fire War Hate, d para perceber a velocidade, o peso e a energia que pontuam a maior parte das 11 inditas. Impresso que se confirma em temas como Warmageddon e For Those about to Rot. Com boa vontade, Conquer evoca at os tempos ureos do Sepultura. Inclusive nas msicas temperadas com ingredientes ausentes da receita bsica do metal - caso de Doom, que ganha uma pitada de reggae. Por isso mesmo, metaleiros mais radicais devero preferir Unleash, um declarado tributo ao som e ao estilo do Black Sabbath. Gostos  parte, no deixa de ser uma ironia que Conquer reabilite o Soulfy na cena metaleira no momento em que o Sepultura amarga perodo de baixa no mercado estrangeiro.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Zeca d outra prova de amor ao melhor samba]]></title>
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<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 06:45:33 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: Uma Provade AmorArtista: Zeca PagodinhoGravadora: UniversalMusicCotao: * * * *Desde que Zeca Pagodinho ingressou na gravadora hoje denominada Universal Music, em 1995, os discos do sambista copiam mais ou menos a receita certeira que, pilotada pelo produtor Rildo Hora, reabilitou o cantor no mercado fonogrfico depois de um perodo de baixa na BMG. Uma Prova de Amor segue a frmula, mas com a inspirao e o frescor que pareciam mais rarefeitos em  Vera (2005), ltimo lbum de estdio e inditas de Zeca. No se deixe impressionar pela faixa-ttulo, escalada para abrir os trabalhos. Uma Prova de Amor - o samba de Nelson Rufino e Toninho Geraes, no o disco - tenta clonar sem sucesso a cadncia baiana de Verdade e Samba pras Moas, os dois maiores sucessos de Zeca na segunda metade dos anos 90. No colou muito. Mas no julgue o lbum pelo seu pretenso hit radiofnico. O repertrio, no todo,  excelente. Dois altssimos partidos - Se Eu Pedir pra Voc Cantar e Sempre Atrapalhado - atestam que a parceria de Zeca com Arlindo Cruz permanece vigorosa. E o suingue da gafieira, mote do ltimo disco do artista, ecoa em faixas como Terreiro em Acari e Sincopado Ensaboado. Em diversas provas de amor ao melhor samba carioca, Zeca canta belo tema da lavra fina de Luiz Carlos da Vila (Ento Leva, com Bira da Vila), faz a crnica dos costumes pagodeiros em Normas da Casa, d seu recado poltico em Eta Povo pra Lutar e apresenta indita de Monarco com Mauro Diniz - No H Mais Jeito, em que os autores parecem perseguir a melodia e o lirismo popular de Corao em Desalinho - e recebe reverente a Velha Guarda da Portela na regravao de Esta Melodia (Bubu e Jamelo) - e como  difcil esquecer o registro sublime de Marisa Monte - e no pot-pourri que une os sambas antigos Falsas Juras, Pecadora e Manh Brasileira. Fora do cho carioca, Zeca pisa bem no terreno caipira no calangueado partido Sujeito Pacato, parceria de Serginho Meriti e Claudinho Guimares, depois de exaltar o sincretismo religioso brasileiro em Ogum, com direito  orao declamada por Jorge Ben Jor, devoto de Jorge, o santo homnimo. E, no fim, como faixa-bnus, h a presena inusitada de Joo Donato, com quem Zeca -  vontade - revive Sambou... Sambou, timo tema de Donato (que toca seu personalssimo piano na faixa) com Joo Mello. Enfim, mais um grande CD do artista. Embora siga frmulas, Zeca  fiel a si mesmo.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Tributo a Bezerra capta o esprito de seu samba]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Tributo_a_Bezerra_capta_o_espírito_de_seu_samba/</link>
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<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 14:45:23 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: Tributo aBezerra da SilvaArtista: VriosGravadora: Som LivreCotao: * * * 1/2Bezerra da Silva (1927 - 2005) deu voz atravs de seus discos a uma gama de bons compositores postos  margem pelo mercado fonogrfico brasileiro por serem oriundos, em sua grande maioria, de morros e favelas cariocas. Ou de distritos muito pobres da Baixada Fluminense (RJ). Por radiografar os cdigos e costumes desse povo, em constante luta contra a dureza do cotidiano, o samba cantado por Bezerra era to peculiar que parecia somente fazer sentido em sua voz. Tese desmentida pelo CD e DVD Tributo a Bezerra da Silva, gravados ao vivo em 2005, em show na Fundio Progresso, e ora editados pela gravadora Som Livre. A turma de convidados - BNego, Beth Carvalho, Dicr, Jards Macal, Marcelo D2, Nao Zumbi e Otto, entre outros - entendeu o esprito da coisa e defende bem os sambas lanados por Bezerra.Se o CD apresenta 14 nmeros, o DVD entrelaa 16 com trechos de entrevista concedida por Bezerra - ele faleceu pouco antes da gravao do tributo - e com os depoimentos de compositores recorrentes na obra do artista, nascido em Pernambuco, mas radicado no Rio de Janeiro (RJ) desde a juventude. D2 obviamente est  vontade em A Fumaa J Subiu pra Cuca pela afinidade temtica que o faz voltar  cena - em dueto com Joo Gordo - em A Semente. Pela intimidade com o samba, Beth Carvalho d boa voz ao Desabafo do Juarez na Boca do Mato. Estranhos no ninho, Max de Castro canta Vida de Operrio e Dade reafirma o suingue ao fazer Transao de Malandro. BNego encara Bicho Feroz com a fora do rap. J Elza Soares defende Candidato Ca Ca com a habitual ginga. Por sua vez, Jards Macal - um artista bem mais marginalizado pelo mercado do que o prprio Bezerra - revive Defunto Cagete sem trair o compasso do samba enquanto a Nao Zumbi se revela talhada para cortar o Cco do B com seu balano antenado. A msica  lembrana dos tempos - meados dos anos 70 - em que Bezerra tentava seu lugar ao sol fonogrfico gravando discos de cco. J Pedro Lus e a Parede reabilitam Verdadeiro Canalha com a espontaneidade que falta a Tuca da Silva, filho de Bezerra, escalado pelo parentesco para entoar Se No Fosse o Samba. Enfim, trata-se de um tributo com os naturais altos e baixos. E, como tributo, o DVD e o CD cumprem sua funo de celebrar a obra peculiar de Bezerra da Silva, partideiro indigesto para a elite.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA['Palavra' encanta ao relacionar msica e poesia]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Palavra_encanta_ao_relacionar_música_e_poesia/</link>
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<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 12:45:17 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[ Resenha de filmeTtulo: Palavra Encantada (Brasil, 2008)Direo: Helena SolbergArgumento e roteiro: Mrcio DebellianCotao: * * * * 1/2Em exibio no Festival do Rio 2008 (Mostra Premire Brasil)* 29 de agosto de 2008, Estao Vivo Gvea 3 (15h40m e 22h10m)&quot;No tenho pretenso de ser chamado de poeta. No sou poeta&quot;, isenta-se Chico Buarque em depoimento para o filme Palavra Encantada, instantes depois de outro grande letrista da msica brasileira, Paulo Csar Pinheiro, sentenciar que nenhum poeta tem autoridade para questionar o status de poeta ao qual Chico faz jus - na opinio de Pinheiro. Ao discutir a relao entre msica e poesia, por meio de uma srie de saborosos depoimentos, o documentrio de Helena Solberg e Mrcio Debellian encanta os admiradores da potica msica brasileira com narrativa sedutora.Aberto pela voz de Adriana Calcanhotto, que entoa a cano medieval Chansong d'Ol Moz Son Plan e Prim, numa referncia aos trovadores provenais, Palavra... encanta porque explana o tema sem didatismo e sem tomar posio de nenhuma corrente de pensamento. &quot;A vida  curta&quot;, diz Calcanhotto, espirituosa, ao evitar entrar na discusso se letra de msica  poesia. Mas o fato  o que tema inflama. Tanto que Chico Buarque lembra que o poeta Joo Cabral de Melo Neto (1920 - 1999) recusou de incio a idia de os versos de sua Morte e Vida Severina serem musicados pelo ento inexperiente Chico (Cabral se renderia ao sucesso da pea).Pelo teor dos depoimentos, Palavra Encantada oferece bom painel da evoluo da poesia na msica brasileira. O prprio Chico Buarque ressalta o valor da obra intuitiva de compositores sem formao literria, oriundos dos morros cariocas, como Cartola (1908 - 1980). &quot;Cartola talvez fosse poeta se no tivesse o recurso musical&quot;, acredita Chico. A propsito, Martinho da Vila - com viso crtica que, s vezes, escasseia nos depoimentos - lembra que a violncia diluiu a fora potica da msica feita no morro, hoje dominado pelo funk e pelo rap. &quot;O rap  a continuao do cordel&quot;, defende convicto o rapper Ferrz, lembrando a vertente nordestina da msica brasileira tambm valorizada por Arnaldo Antunes. &quot;Sempre fui fascinado pelos cantadores do Nordeste. Parece que aquilo  milenar...&quot;, suspeita Antunes, com reverncia.Se o filme peca por no dar a palavra aos repentistas, ele acerta ao destacar - por meio de depoimentos de nomes como o compositor Luiz Tatit - o papel do Tropicalismo na ruptura das tradies poticas da cano brasileira. &quot;Voc ouve uma msica do Djavan e s vezes nem sabe do que ele est falando&quot;, exagera Tatit, exemplificando o uso da liberdade potica conquistada pelos tropicalistas e usufruida at hoje pelos compositores.  quando Lenine entra em cena para cantar Meu Amanh, msica cuja letra foi construda com base nas sonoridades das palavras. E, se o assunto  poesia na msica, no poderiam faltar um depoimento de Antonio Ccero (que recita Eu Vi o Rei, poema musicado por Marina Lima) e uma meno especial a Dorival Caymmi (1914 - 2008), visto e ouvido cantando O Mar num raro take de 1940. &quot; preciso ficar de p para falar de Caymmi. Dorival Caymmi  como Guimares Rosa:  um Brasil bruto, puro, iluminado. Caymmi  o cu e a terra&quot;, reverencia Maria Bethnia, intrprete que sempre conjugou msica e poesia em seus shows e - por isso mesmo - tem presena destacada em Palavra Encantada, inclusive lendo poema de Fernando Pessoa, Eros e Psiqu, especialmente para as cmeras dirigidas por Helena Solberg. &quot;Eu cheguei a Fernando Pessoa via Maria Bethnia&quot;, relata Calcanhotto, que, assim como abre, encerra Palavra Encantada com registro indito de Minha Msica. Enfim, trata-se de filme delicioso que torna leve uma discusso que, em abordagem mais acadmica, soaria chata...<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Filme revive som, fria e amor de Joe Strummer]]></title>
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<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 11:45:34 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de filmeTtulo: Joe Strummer- O Futuro Est paraSer escrito(Joe Strummer- The FutureIs Unwritten.Inglaterra, 2007)Diretor: Julie TempleCotao: * * * *Em exibio no Festivaldo Rio 2008* Segunda-feira, 29 de agosto de 2008 (Palcio 2,s 16h30m e s 21h30m)Sete anos aps inventariar o legado da banda The Sex Pistols no documentrio O Lixo e a Fria (Inglaterra, 2000), o diretor Julie Temple aborda outro grupo cone do punk britnico, The Clash, atravs da figura central da banda, o cantor e guitarrista Joe Strummer (1952 - 2002). Lanado em 2007 e ora em exibio no Brasil no Festival do Rio, o filme Joe Strummer - O Futuro Est para Ser Escrito reafirma a habilidade de Temple para retratar astros com ternura, mas com todas suas contradies. Em montagem gil, costurada por trechos de desenhos animados e por gravaes do Clash (como as raras demos de White Riot e I'm so Bored with the U.S.A.), o documentrio inventaria de forma cronolgica a vida de Strummer, cheia de som, fria e amor. A propsito, a ideologia humanista do artista  focada na parte final de um filme que expe as diversas facetas do msico, dolo de uma poca em &quot;o rock'n'roll era uma questo de vida ou morte&quot;, como ressalta Bono Vox, um dos entrevistados de um filme que tambm entrelaa depoimentos de Flea (Red Hot Chili Peppers), do ator John Cusak, do diretor Martin Scorsese e dos sobreviventes do Clash. O retrato  bonito...O filme recorda que Strummer - filho de me escocesa e pai de ascendncia indiana -teve infncia e adolescncia nmades por conta do trabalho como diplomata do pai, Ron. Sem nunca pesar a mo, Temple toca em questes delicadas - como o suicdio do irmo de John Graham Mellor (esse era o nome de batismo de Joe), David - antes de refazer os passos do artista na msica. Meio no qual foi iniciado por Tymon Dogg, msico que tocava nas ruas de Londres. Da formao da primeira banda, 101ers,  criao do Clash, em 1976, foram apenas alguns efervescentes anos. No posto de lder do Clash, Strummer assumiu a funo de porta-voz dos fracos e oprimidos pela dura sociedade inglesa. O que o levou a se envergonhar de ter estudado em colgios caros. E a se sentir desconfortvel quando o Clash o transformou num popstar. O documentrio mostra como o egocentrismo de Strummer ajudou a implodir a banda e como, mais tarde, ele superou seu fim ao formar o grupo Joe Strummer &amp;amp; The Mescaleros.  quando o jovem furioso deu lugar a um homem maduro e pacifista que promoveu acampamentos coletivos e que nunca escondeu o amor pelas filhas. Ao esmiuar na tela o passado de Strummer, sem fazer julgamentos, Julie Temple d grande contribuio aos futuros roqueiros que, atravs deste filme, podero entender com mais clareza a mente de um dos letristas mais inteligentes do punk rock.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Skank porta quatro de Nando no seu Estandarte]]></title>
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<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 08:45:26 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Oitavo lbum de inditas do Skank (em foto de Weber Pdua), Estandarte chega s lojas a partir de quarta-feira, 1 de outubro de 2008, pela Sony BMG. Produzido por Dudu Marote, o CD apresenta - entre 12 inditas - quatro parcerias do vocalista e guitarrista do grupo, Samuel Rosa, com Nando Reis. Ainda Gosto Dela (faixa eleita a msica de trabalho do disco e j escalada para a trilha sonora da nova novela das 18h da Rede Globo, Negcio da China), Pra-Raio, Renascena e Sutilmente so as quatro faixas que levam a assinatura de Nando. J o guitarrista Csar Maurcio, parceiro mais recente de Samuel,  co-autor de duas msicas, Assim sem Fim e Noites de um Vero Qualquer. Por sua vez, Chico Amaral emplacou em Estandarte nada menos do que seis colaboraes com o onipresente Samuel Rosa. Entre as seis, figuram Cho, Escravo, Cano spera e Notcias do Submundo. Dcimo ttulo da discografia do Skank (se contabilizada a nica coletnea do grupo, Radiola, editada em 2004 com gravaes inditas), Estandarte foi mixado por Michael Fossenkemper e masterizado por Bob Ludwig, em Nova York (EUA) e em Portland (EUA), respectivamente. Segundo declaraes do empresrio da banda, Fernando Furtado, o lbum causa intencional ruptura na trilogia britnica iniciada pelo quarteto no belo Maquinarama (2000), bem desenvolvida em Cosmotrom (2003) e finalizada - com um repertrio de menor inspirao - em Carrossel (2006).<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Mart'nlia curte madrugada em estado de graa]]></title>
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<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 09:45:27 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Resenha de showTtulo: MadrugadaArtista: Mart'nliaLocal: Vivo Rio (RJ)Data: 26 de junho de 2008Cotao: * * * * *Era para Mart'nlia ter deixado o palco da casa Vivo Rio - onde estreou a turn nacional do show Madrugada na noite de 26 de junho de 2008 - ao som de Vai Passar, o samba-enredo de Chico Buarque e Francis Hime. Era o bis do show. Mas as cortinas se fecharam e o pblico, que lotou a casa, no arredou p. Diantes dos pedidos inflamados por um segundo bis, a cantora teve que voltar  cena e improvisou Pra Mart'nlia e Chega, dois sambas acompanhados em coro pela platia. &quot;Vou encher a cara&quot;, avisou a cantora, com a habitual espontaneidade, feliz pela consagrao obtida em seu primeiro (belo) show solo em casa de grande porte.O fato  que Madrugada, o show,  uma celebrao do momento feliz vivido por Mart'nlia. Em cena, emoldurada por um cenrio que traduz o tom carioca do disco homnimo, ela se mostra em estado de graa. E to contagiante  a alegria do show que seus pequenos defeitos (como a dico ainda deficiente da artista em nmeros como F) se tornam insignificantes. Don't Worry, Be Happy - parece dizer Mart'nlia a todo momento e no somente quando canta a sua desencanada verso do tema de Bob McFerrin, feita logo na abertura do show (antes de Cabide) e repetida no bis.Com figurino que reala seu tom informal, a intrprete djavaneia no incio do show - em msicas como Alvio e Pra Comigo -para depois cair no sambalano que pontua o repertrio do CD Madrugada. Como no disco, a seqncia com Tava por A, Deu Ruim e Ela  a Minha Cara resulta irresistvel no palco.  um repertrio delicioso atravs do qual Mart'nlia, assumidssima, faz ode a mulher. E, dentro desse esprito, a maior surpresa do roteiro foi Garota Porongondon, tema pouco badalado da parceria de Vinicius de Moraes (1913 - 1980) com Baden Powell (1936 - 2000). Mais tarde, a artista recorreria novamente ao cancioneiro do Poetinha em Mulher, Sempre Mulher (samba de Vinicius com Tom Jobim) e em A Tonga da Mironga do Kabulet, parceria de Vinicius com Toquinho que ganhou ginga toda especial na sua voz.Com desenvoltura, Mart'nlia alterna-se entre o pandeiro (como em Pretinhosidade) e o tosco violo, como em P do meu Samba, saudada em cena como &quot;a msica da sorte&quot; por ter sido o hit do disco homnimo de 2002 que projetou a filha de Martinho da Vila. Os 70 anos do pai, a propsito, so festejados com a incluso de Mulheres e Beija, me Beija, me Beija no roteiro alto astral. Marota, Mart'nlia simula sotaque portugus ao apresentar Angola, samba pelo palco em Sai Dessa e expe o gosto pela boemia em Amanh Eu No Vou Trabalhar, de Alexandre Grooves, antes de sair de cena. O clima  de leveza e de uma descontrao que confirmam o momento especialmente feliz de Mart'nlia em Madrugada. O show reedita o alto astral do disco.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Bom filme documenta o reinado alegre de Celia]]></title>
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<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 08:45:16 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de filmeTtulo: Celia, a Rainha(Celia, The Queen- EUA, 2008)Direo: Joe Cardonae Mario de VeronaCotao: * * * 1/2Em exibio no Festival do Rio 2008:Mostra Midnight SongsDomingo, 28 de setembro: * Estao Vivo Gvea, s 15h50m e s 22h20m.Domingo, 5 de outubro:* Estao Barra Point 1,s 18h.&quot;Azcar!&quot;, brada Celia Cruz (1923 - 2003), evocando seu grito de guerra na primeira imagem do documentrio Celia, a Rainha. Lanado nos Estados Unidos neste ano de 2008, o filme est em exibio no Brasil dentro da mostra Midnight Songs, do Festival do Rio 2008. Mesmo no escapando da armadilha de expor viso idealizada da cantora cubana, o documentrio  interessante e reconstitui os principais passos da trajetria da rainha da salsa. Entre depoimentos de fs comuns e entrevistas com artistas como David Byrne e Quincy Jones, o filme mostra como o legado de Celia Cruz se expandiu pelo mundo, chegando a pases distantes da cultura latina como o Japo. Das primeiras gravaes com a banda La Sonora Mantancera (feitas em 1951) aos lbuns feitos com o grupo The Fania All-Stars, Celia foi ganhando terreno com sua voz vivaz e seu aguado senso rtmico. Sem expor a intimidade da rainha, o documentrio relata brevemente a bela histria de amor que uniu Celia a Pedro Knight (1921 - 2007) entre preciosas imagens de arquivo que flagram a artista em cena - caso do nmero de televiso em que a cantora entoa, em espanhol, Usted Abus, msica tida como salsa no mercado hispnico, mas que, na verdade, trata-se da brasileirssima cano Voc Abusou, gravada pelo duo Antonio Carlos &amp;amp; Jocafi em 1971. Em seu reinado pontuado pela alegria, Celia Cruz nunca escondeu a mgoa de jamais ter podido voltar a Cuba - o pas natal que deixou em julho de 1960 para fugir do regime totalitarista implantando por Fidel Castro - mesmo depois de ter exportado a msica de sua terra para os quatro cantos do mundo. Inicialmente acolhida no Mxico, Celia encontraria abrigo mais duradouro em Nova York (EUA). Foi quando viveu momentos importantes na carreira ao gravar com o percussionista Tito Puente e ao se ligar musicalmente a Johnny Pacheco, o lder do grupo Fania All-Stars. Com o grupo, a propsito, Celia  vista no filme em ao no Zaire, frica, cantando Guantanamera em apresentao de 1974. Show!O documentrio mostra como a morte da rainha, em 16 de julho de 2003, deixou inconsolveis sditos de origens to diversas. Parece persistir no transformista que encarna Celia no cabar Azcar!, na Flrida (EUA), a mesma devoo que transparece no depoimento emocionado do estilista Narciso Rodriguez, criador de alguns vestidos usados pela diva cubana em eventos e premiaes importantes.  essa admirao resistente - alardeada com sinceridade perceptvel nos depoimentos de nomes como Gloria Estefan e o rapper Wyclef Jean - que faz de Celia, a Rainha um documento valioso da perenidade da obra da artista. Sem falar naa alegria genuna que transparece na tela quando Celia Cruz est em cena, afirmando a felicidade de seu reinado. Azcar!<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Mesmo adultos, New Kids ainda soam artificiais]]></title>
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<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 08:45:14 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Resenha de CDTtulo: The BlockArtista: New Kidson the BlockGravadora: Arsenal Music/ Universal MusicCotao: * 1 /2 Quando as mltiplas boybands mandavam no pedao, bem na virada dos anos 80 para os 90, os New Kids on the Block fizeram a festa adolescente com sucessos como Step by Step. At a nada demais. A indstria fonogrfica sempre fabricou cantores e grupos rentveis. E o New Kids on the Block era somente mais uma pea na engrenagem. Tanto que em 1994, j com baixa cotao no mercado, o grupo se dissolveu. Os garotos viraram homens e eis que, 14 anos depois, esto de volta com The Block, lbum de estdio em que testam sons mais adultos sem que deixem de soar artificiais como na primeira fase da carreira. O que se ouve em The Block  um pop insosso misturado com elementos de r &amp;amp; b e rap. At mesmo a extensa lista de convidados - o rapper Akon (Put It on my Tab), a banda The Pussycat Dolls (Grown Man), o grupo New Edition (Full Service) e Ne-Yo (Single) - parece sinalizar que The Block  mais um disco na incessante linha de montagem da fbrica de sucessos.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Sepultura lana 'A-LEX' em novembro com Jean]]></title>
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<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 07:45:20 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Primeiro lbum do grupo mineiro Sepultura com o baterista Jean Dolabella, recrutado para substituir Iggor Cavalera, A-LEX - o ttulo  uma expresso em russo que significa &quot;sem lei&quot; - tem lanamento agendado para novembro pelo independente selo alemo SPV. Baseado em Laranja Mecnica, o livro editado por Anthony Burgess em 1962 que inspirou o filme homnimo lanado pelo diretor Stanley Kubrick em 1971, A-LEX foi gravado em meados de 2008 nos estdios da Trama, em So Paulo (SP). Eis as 18 faixas do disco, cujo repertrio  dividido em quatro blocos:1. A-LEX I2. Moloko Mesto3. Filthy Rot4. We've Lost You5. What I Do!6. A-LEX II7. The Treatment8. Metamorphosis9. Sadistic Values10. Forceful Behavior11. Conform12. A-LEX III13. The Experiment14. Strike 15. Enough Said16. Ludwig Van 17. A-LEX IV 18.Paradox<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Bethnia remonta 'Brasileirinho' em noite nobre]]></title>
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<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 11:45:30 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Resenha de showTtulo: BrasileirinhoArtista: Maria BethniaLocal: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ)Data: 25 de setembro de 2008Cotao: * * * *Um dos melhores ttulos da discografia de Maria Bethnia, Brasileirinho (2003) gerou show comovente na explicitao de um amor por um Brasil mais grandioso. Da mesma forma que posteriormente mergulharia em guas profundas nos CDs Mar de Sophia e Pirata, ambos editados em 2006, a intrprete se embrenhou nas matas brasileiras para exaltar uma ptria cheia de religiosidade e referncias indgenas. Brasileirinho, o show, foi to especial no currculo de Bethnia e na memria afetiva de seus fs que sua remontagem para uma apresentao beneficente no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ), na noite de 25 de setembro de 2008, promoveu grande corrida por ingressos. Em noite nobre, tanto pela causa (angariar fundos para a construo do Hospital Pro Criana, da ONG Pro Criana Cardaca) como pelo fato de marcar a tardia estria solo de Bethnia no palco do mais imponente teatro carioca, Brasileirinho voltou  cena com figurinos e roteiro similares ao espetculo gravado para edio em DVD. O time de convidados contou com Micha e o grupo Tira Poeira (merecidamente ovacionado pela platia ao desbravar novos caminhos para o Trenzinho do Caipira), mas no teve Nana Caymmi (ainda em recesso por conta da morte de seus pais), o grupo Uakti e a atriz Denise Stoklos, substituda por Renata Sorrah, que recitou texto de Mrio de Andrade, O Poeta Come Amendoim, em registro excessivamente suave que diluiu a fora das idias do autor. Grande atriz, Sorrah poderia ter rendido mais.Prejudicada pela falta de sincronia do vdeo de abertura (em que Ferreira Gullar recita o poema O Descobrimento, de Mrio de Andrade), Bethnia entrou no palco exibindo seu bissexto falsete em Salve as Folhas. E o que se viu em cena foi, mais uma vez, uma intrprete dona do dom e de personalidade majestosa que, fiel a si mesma, cantou a Cabocla Jurema (em dueto com Micha, em momento sempre especial), exaltou a beleza do Luar do Serto com sua alma interiorana e exps sua f em bloco pontuado pelo sincretismo religioso que caracteriza o Brasil (com Padroeiro do Brasil, Santo Antnio e um ponto de Xang, prenncio da festiva So Joo Xang Menino). Sem poder contar com o auxlio luxuoso da voz de Nana Caymmi, Bethnia solou Joo Valento e Sussuarana antes de saudar o Senhor da Floresta e suas origens em Motriz. Driblando a insegurana com a letra de Purificar o Suba, outra referncia  baiana cidade natal de Santo Amaro da Purificao, a intrprete cantou Tits (Misria e Comida) e sairia do palco ao som da libertria No Existe Pecado ao Sul do Equador se um segundo bis - com O que  O que , samba de Gonzaguinha plenamente justificado num show remontado em favor da vida - no tivesse fechado em clima festivo uma noite to nobre quanto histrica. Porque Brasileirinho continua sublime!<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA['Maga' suaviza seu canto em bom disco de MPB]]></title>
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<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 09:45:18 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: NaturalmenteArtista: MargarethMenezesGravadora: MZA MusicCotao: * * *Deslocada do eixo afro-baiano pelo produtor Marco Mazzola, Margareth Menezes abaixa o tom e a temperatura de seu canto em lbum pautado pela MPB mais tradicional. Naturalmente supera Pra Voc, o CD de 2005 em que a cantora se aventurou de forma equivocada pelo universo pop. Trata-se de bom disco de MPB que, embora dilua a fora do canto de Maga, expande o horizonte esttico da cantora. Em registros suaves, pontuados pelos teclados padronizados do arranjador Ricardo Leo, a cantora incursiona tanto por samba propagado por Jorge Arago (Abuso de Poder) quanto por hit de Amelinha (Foi Deus Quem Fez Voc, imbatvel na verso da sumida intrprete cearense). A propsito, os arranjos  que nem sempre fazem jus ao canto caloroso de Margareth. Nesse ponto, Naturalmente carece de identidade. A impresso  a de que se ouve um disco de Simone ou de qualquer cantora de MPB que tenha passado pelo filtro de Mazzola - mas, justia seja feita, sem o tom pasteurizado dos anos 80. Quanto ao repertrio em si, o saldo  positivo. Vale destacar as composies de Chico Csar e Zeca Baleiro. Embalada por cordas excessivas, a cano de Chico Csar - Por que Voc No Vem Morar Comigo?, lanada pelo autor no lbum De Uns Tempos pra C (2006) - reafirma a habilidade do compositor de pisar no terreno da msica popular romntica sem escorregar na breguice. Em grande forma como compositor, Zeca Baleiro contribui com a pegajosa Febre, parceria com Lcia Santos que tem todo jeito de hit. Talvez at mais do que a correta releitura de Os Cegos do Castelo, sucesso dos Tits, escolhido pela MZA Music para promover o disco. J o dueto com Gilberto Gil em Mulher de Coronel soaria mais forte se a msica - lanada por Gil em 1989 - fosse mais inspirada. Da mesma forma, Lua no Mar, parceria da cantora com Robson Costa, indica que Margareth deveria se dedicar somente ao ofcio de cantora.  a sua grande habilidade como cantora que valoriza Gente - indita parceria de Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Pepeu Gomes que evoca o estilo habitualmente festivo de sua discografia - e O Perdo, parceria de J. Velloso com Roberto Mendes. Sem falar em Matana, galope de Jatob, boa sacada do repertrio. Por fim, h insosso dueto com o cantor e compositor portugus Lus Represas - provavelmente empurrado por Mazzola - em Um Caso a Mais que nada acrescenta ao disco. Mesmo com alguns acidentes de percusso motivados por arranjos e algumas escolhas equivocadas, Naturalmente deixa boa impresso e a certeza de que Margareth Menezes pode se sair muito bem fora da fronteira afro-pop-baiana com sua voz quente.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Labiata desabrocha com arranjos contundentes]]></title>
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<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 08:45:16 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Resenha de CDTtulo: LabiataArtista: LenineGravadora: UniversalMusicCotao: * * * 1/2Sexto trabalho solo de Lenine, Labiata  o primeiro disco de estdio do artista desde 2002. Por mais que a safra autoral de onze inditas no reedite o brilho dos anteriores O Dia em que Faremos Contato (1997, ainda imbatvel), Na Presso (1999) e Falange Canibal (2002), Labiata  lbum que desabrocha com contundncia. Seja pela abordagem de temas explosivos como os problemas ambientais (A Mancha e  Fogo, parcerias com Lula Queiroga e Carlos Renn, respectivamente, que contam com a camada percussiva da Parede), seja pela fora dos arranjos. Mais do que nas msicas, toda a fora de Labiata reside nas orquestraes e na produo dividida pelo guitarrista Jr. Tostoi com o prprio Lenine. A propsito, temas como Magra (menos inspirada parceria com Ivan Santos) so turbinados com efeitos, programaes e a guitarra de Tostoi. A contundncia dos arranjos j se faz notar logo na primeira msica de Labiata, Martelo Bigorna, urdida a partir da pulsao entre a viola e os violinos do Quinteto da Paraba, convidado da faixa. Entre balada moldada para FMs e trilhas de novelas ( o que me Interessa) e temas de atmosfera mais roqueira (O Cu  Muito e Excesso Exceto, boas parcerias com Arnaldo Antunes, sobretudo a primeira), Lenine globaliza o seu Nordeste em Ciranda Praieira, introduzida com a textura erudita do Quinteto da Paraba em belo arranjo que, na seqncia, incorpora guitarras e dubs que valorizam a msica letrada por Paulo Csar Pinheiro. Se a badalada parceria pstuma com Chico Science (Samba e Leveza, feita a partir de manuscritos do conterrneo mentor do movimento Mangue Beat) no justifica a alta expectativa, Continuao fecha o disco em clima familiar. Lenine canta com os filhos esta msica que soa quase como um mantra. Jr. Tostoi programa sons e rudos que parecem extrados do tero, em belo efeito. Enfim, Labiata  um bom disco, embora nunca esteja  altura da (excelente) discografia anterior de Lenine. <br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Qumica de Beck com Mouse gera um bom CD]]></title>
<link>http://www.metamusica.com.br/geral/Química_de_Beck_com_Mouse_gera_um_bom_CD/</link>
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<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 05:45:17 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: Modern GuiltArtista: BeckGravadora: Arsenal Music/ Universal MusicCotao: * * * 1/2Artista de discografia pautada por sua natureza camalenica, Beck atira para vrios lados - com surpreendente unidade - neste lbum bem produzido por Danger Mouse, a metade mais incensada da dupla Gnarls Barkley. Que ningum espere que Modern Guilt tenha o mesmo peso de Odelay (1996) ou a efervescncia black de Midnite Vultures (1999). A rigor, h um pouco de tudo neste lbum em que Beck parece sintetizar sua discografia. Se Youthless mira as pistas, Soul of a Man  flerte com rock enquanto Volcano remete ao folk. A propsito, em que pesem seus contemporneos efeitos eletrnicos, Modern Guilt volta e meia evoca os anos 60. Sobretudo em Chemtrails, tema que quase poderia entrar em disco dos Beach Boys. At a melancolia de Sea Changes (2002)  perceptvel em Walls, uma das dez faixas deste disco que traz tanta informao que at os vocais (no creditados) de Cat Power em Orphans correm o risco de passar meio despercebidos. Enfim, um bom lbum gerado pela qumica entre Beck e Danger Mouse. Mas no espere um Odelay.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Metallica evoca fria e peso dos ureos tempos]]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 15:45:14 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: DeathMagneticArtista: MetallicaGravadora: UniversalMusicCotao: * * * *H algum exagero entre os que apontam o novo timo CD do Metallica, Death Magnetic, como um trabalho  altura do clebre lbum Negro (1991). Da mesma forma que h certo exagero ao citar o CD anterior do grupo, St. Anger (2003), como um erro na discografia da banda. Contudo,  fato que o Metallica evoca a fria e o peso dos ureos tempos em Death Magnetic. Tanto que o lbum tem sido consumido com voracidade pelos admiradores da banda. Talvez a chave do sucesso esteja na troca de produtor. O Metallica teve a coragem de dispensar seu recorrente produtor Bob Rock e de recrutar para o posto Rick Rubin, bola da vez na cena roqueira dos Estados Unidos. Seja como for, Death Magnetic merece mesmo ser cultuado pela tribo metaleira. Com dez temas que tm a morte com mote, o CD remete ao som furioso dos discos lanados pelo Metallica ao longo dos anos 80 - dcada em que a banda do guitarrista Kirk Hammett se firmou como um dos cones do thrash metal. Hannett, a propsito, faz vigorosos solos neste lbum que destaca composies como Cyanide, All Nightmare Long e My Apocalypse. O ponto fraco do disco so as letras, que enfileiram clichs do metal satnico. Basta acompanhar os versos de temas como The Judas Kiss. &quot;O que no mata te torna mais forte&quot;, rosna o vocalista (e tambm guitarrista) em verso de Broken, Beat &amp;amp; Scarred. O Metallica sobreviveu a fases ruins e reapareceu mais forte. Death Magnetic  disco de peso que honra o seu passado.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Olho de Lince no foca toda inquietude de Waly]]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 13:45:17 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Resenha de showTtulo: Olho de Lince - Tributo a Waly SalomoArtista: Adriana Calcanhotto, Jards Macal, OmarSalomo (com a banda VulgoQinho&amp;amp;eosCara)Local: Teatro Rival (RJ)Data: 24 de setembro de 2008Cotao: * * *Quem chegasse no fim do show Olho de Lince - idealizado dentro do projeto Grandes Encontros, do Teatro Rival, para reverenciar a figura de Waly Salomo (1944 - 2003) - e visse de cara a sedutora anarquia polifnica de Vapor Barato certamente ficaria bastante encantado com o espetculo. Se a memria  uma ilha de edio, como dizia Waly em verso repetido no show por seu filho Omar Salomo, as retinas do espectador deveriam priorizar este nmero final, pois Adriana Calcanhotto, Jards Macal, Omar Salomo e a banda carioca VulgoQinho&amp;amp;osCara conseguiram traduzir em Vapor Barato - e as partes soladas pela cantora nesta msica associada a Gal Costa foram um brilho  parte - toda a inquietude potica de Waly. Nem sempre, entretanto, Olho de Lince conseguiu focar com nitidez toda a magnitude da obra do poeta e compositor baiano. Inclusive porque a presena de Omar em cena - recitando poemas e textos do pai entre as msicas e no meio delas - somente se justifica pelo fato de ele ser filho de Waly. A maneira quase mecnica como Omar Salomo recitou os versos no permitiu que a platia sentisse (toda) a efervescncia que caracterizava a obra potica do verborrgico Waly, figura talhada por excessos, inclusive os de linguagem. Sem falar que a licena potica do roteiro - ao apresentar Juzo Final (Nelson Cavaquinho e lcio Soares) no excelente arranjo heavy de VulgoQinho - pareceu sem sentido.Macal abriu o show, com seu violo dissonante, indie como a banda VulgoQinho&amp;amp;osCara que logo foi ocupando a cena. Parceiro de Waly, Macal conhece como ningum os caminhos sinuosos de msicas como Mal Secreto - tambm associada a Gal Costa por ter sido includa no roteiro do lendrio show Fa-Tal Gal a Todo Vapor - e o reggae Negra Melodia. No entanto, o grande intrprete que aparece em discos como o recente Macao no deu as caras por completo no palco do Teatro Rival. O brilho maior foi de Calcanhotto, que fez o show crescer quando entrou em cena para apresentar msicas como Anjo Exterminado, A Fbrica do Poema, Teu Nome Mais Secreto (com Macal ao violo, recriando o dueto gravado para o ltimo lbum da cantora, Mar) e Remix Sculo XX. A artista gacha sempre teve afinidades poticas e musicais com Waly, mas nem sua presena luminosa tirou a sensao de que Olho de Lince no ofereceu uma viso mais apurada da insana lucidez que pontuou a vida e a obra de Waly Salomo.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Lages se volta para as velhas emoes do 'Rei']]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 13:45:14 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[ Resenha de CDTtulo: InesquecvelArtista: Eduardo LagesGravadora: Som LivreCotao: * *Maestro de Roberto Carlos desde 1978, o correto pianista Eduardo Lages iniciou carreira fonogrfica em 2005 com o previsvel disco Emoes, de repertrio inteiramente dedicado ao cancioneiro do Rei. Em 2006, Lages foi alm dos hits do cantor no lbum Cenrio - linha que seguiu em seu primeiro registro de show, Com Amor (2007), editado em 2007 nos formatos de CD e DVD. Em Inesquecvel, o quarto ttulo de sua discografia, ora lanado pela Som Livre, o pianista se volta para o repertrio de Roberto, mas com maior liberdade esttica. Se Debaixo dos Caracis dos seus Cabelos (1971) ganha ar quase interiorano por conta do acordeom de Marinho do Acordeom, Vista a Roupa, meu Bem (1970)  alvo de um dos arranjos mais interessantes,  moda de Ray Conniff (1916 - 2002). J O Calhambeque (1963)  envolvida em orquestrao que evoca o suingue de Glenn Miller (1904 - 1944) com xito. So as melhores faixas de um disco que patina na padronizao melosa - nos arranjos de msicas como Voc em Minha Vida (1976) e Eu Preciso de Voc (1971) - e que parece no aproveitar todo o potencial vocal do grupo Ponto 4, convidado de Jesus Cristo (1970). So as velhas emoes em novas embalagens.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Ivete lana CD infantil e grava projeto de duetos]]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 06:45:47 -0700</pubDate>
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<description><![CDATA[Antes de, em tese, gravar em 2009 seu ambicionado DVD no Madison Square Garden, em Nova York (EUA), Ivete Sangalo vai lanar dois projetos fonogrficos. O primeiro  infantil, chama-se A Casa Amarela, sai em outubro de 2008 e traz msicas como o Funk do Xixi. Foi todo composto e gravado pela cantora baiana com Saulo Fernandes e tem a participao de Xuxa. O segundo  um CD e DVD de duetos com nomes como Carlinhos Brown, Lulu Santos, Maria Bethnia, Mnica Salmaso e Vanessa da Mata. O projeto de duetos  intitulado Pode Entrar em aluso ao fato de ser gravado - a partir desta semana e at meados de outubro - no estdio construdo por Ivete em seu apartamento, em Salvador (BA). O lanamento de Pode Entrar est previsto para o incio de 2009. <br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Sai DVD que capta turn de Bethnia e Omara]]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 05:46:02 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Se permanece improvvel a edio em DVD do show Dentro do Mar Tem Rio, gravado por Maria Bethnia em agosto e em dezembro de 2007, no Rio de Janeiro (RJ) e em So Paulo (SP), o DVD que registra o encontro nos palcos da intrprete baiana com a cantora cubana Omara Portuondo j est chegando as lojas pela gravadora Biscoito Fino. A turn feita pelas cantoras entre maro e junho de 2008 - por Brasil, Argentina e Chile - foi captada em 4 e 5 de abril no Palcio das Artes, em Belo Horizonte (MG), com direo de Mrio Aratanha, da nova produtora carioca Cineviola.Emolduradas por colorido cenrio tropical de Gringo Cardia, as cantoras extrapolam em duetos o repertrio do CD editado em fevereiro. O Cio da Terra, Clix Bento, O Que Ser ( Flor da Terra), Comearia Tudo Outra Vez, Guantanamera e Havana-me so algumas msicas que entraram somente no show e - nos casos de O Cio da Terra, O Que Ser e Comearia Tudo Outra Vez - foram apresentadas em portugus e em verses em espanhol (nas partes cantadas por Omara). O roteiro inclui a indita Doce, tema em que Roque Ferreira celebra as afinidades de Dorival Caymmi (1914 - 2008) com a Bahia mais mtica. No h extras no DVD Omara Portuondo Maria Bethnia. O registro do show no sai em CD.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Virgnia se aproxima de Wisnik no quarto disco]]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 05:46:01 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[ Cinco anos depois de pr a sua bela voz de timbre operstico a servio dos afro-sambas de Baden Powell (1936 - 2000) e Vinicius de Moraes (1913 - 1980), no majestoso CD Mares Profundos (2003), Virgnia Rodrigues se prepara para lanar em outubro um lbum pela gravadora Biscoito Fino. No quarto ttulo de discografia iniciada nos anos 90, a cantora atravessa a fronteira afro-baiana e se aproxima de compositores como o paulista Jos Miguel Wisnik. <br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA['Histria de Amor' de Kleiton & Kledir em filme]]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 05:45:59 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[ Com planos de lanar CD de inditas em 2009, a dupla Kleiton &amp;amp; Kledir comps a msica Histria de Amor para a trilha sonora do filme As 9 Musas da Memria, do diretor Edson Erdmann. Os irmos gachos vo incluir o indito tema no repertrio de seu prximo trabalho. O ltimo projeto da dupla foi DVD e CD ao vivo.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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<title><![CDATA[Funk Brothers revivem hits da Motown em DVD]]></title>
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<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 05:45:58 -0700</pubDate>
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<category>geral</category>
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<description><![CDATA[Grupo que acompanhava o elenco da Motown no auge da gravadora black, Funk Brothers hoje se resume a um trio integrado pelos resistentes Bob Babbitt, Eddie Willis e Uriel Jones. No DVD Live in Orlando, gravado em 2005 e ora editado no Brasil pela ST2, os bons msicos enfileiram no roteiro 13 sucessos em cujas gravaes originais os trs tocaram. Os Funk Brothers tentam reacender a velha chama ao reviver jias do quilate de Signed, Sealed, Delivered (do repertrio de Stevie Wonder), Neither One of Us (Wants to Be the First to Say Goodbye) - hit de Gladys Knight and the Pips - e Ain't no Mountain High Enough (jia lapidada tanto por Marvin Gaye quanto por Diana Ross). Nos extras, o DVD exibe entrevistas com os virtuoses. Para os fs do som da Motown.<br/><br/>2 Votos ]]></description>
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