A informação é extra-oficial, mas comenta-se no meio musical que o Skank (em foto de Weber Pádua) pode reatar a sua parceria com Dudu Marote. Para quem não liga o nome de Marote à pessoa e ao som, ele foi o produtor dos dois CDs - Calango (1994) e Samba Poconé (1996) - que consolidaram a coesa trajetória fonográfica do quarteto mineiro. A partir do disco Siderado (1998), a banda trilhou caminhos mais melódicos e refinados sem a batuta pop de Marote. Se a retomada da parceria for concretizada na gravação do álbum de inéditas que o quarteto vai lançar em 2008, o Skank poderá conciliar em seu nono CD os dois lados de uma obra que, nos festivos shows, sempre conviveram harmoniosamente. E aí?
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